INEM garante resposta equitativa a todo o território continental.

No passado dia 12 de maio, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) teve ao serviço dos seus centros de orientação de doentes urgentes (CODU), nos três turnos de trabalho, 72 técnicos de emergência pré-hospitalar para atendimento de chamadas, num total de 76 escalados para esta função, e que asseguraram a 100% a resposta aos pedidos de ajuda que foram recebidos.

O tempo médio de atendimento das chamadas nos CODU do INEM foi de 12 segundos, não havendo registo de qualquer pedido de socorro que não tenha tido a resposta adequada.

No mesmo dia, 12 de maio, o INEM empenhou um número significativo de meios de emergência, quer para garantir a assistência médica durante a Operação Fátima 2018, quer para a Eurovisão da Canção, eventos nacionais de grande dimensão e nos quais garantiu a coordenação de todas as atividades de saúde em ambiente pré-hospitalar, a triagem e evacuações primárias e secundárias, e a referenciação e transporte para as unidades de saúde adequadas.

O INEM recorda, mais uma vez, que o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), ou seja, o sistema que dá resposta às necessidades do cidadão em casos de acidente ou doença súbita, é composto por um conjunto muito alargado de meios de emergência, encontrando-se ao serviço do cidadão, atualmente, um total de 616 meios de emergência:

  • 56 ambulâncias de emergência médica
  • 305 ambulâncias do INEM em corporações de bombeiros (Protocolo – Postos de Emergência Médica)
  • 152 ambulâncias de corporações de bombeiros ou Delegações da CVP que o INEM utiliza para resposta a emergências médicas (Protocolo – Postos Reserva)
  • 8 motociclos de emergência médica
  • 4 unidades móveis de intervenção psicológica em emergência
  • 4 ambulâncias de transporte inter-hospitalar pediátrico
  • 39 ambulâncias de suporte imediato de vida
  • 44 viaturas médicas de emergência e reanimação
  • 4 helicópteros de emergência médica

 

Relativamente aos CODU, recorda-se que são centrais médicas que funcionam numa lógica nacional e as chamadas são sempre atendidas pelo profissional do INEM que está há mais tempo disponível, independentemente de se encontrar no Porto, em Coimbra ou em Lisboa, por exemplo.

As chamadas recebidas nos CODU, cuja triagem determine a necessidade de envio de meios, resultam sempre na ativação dos meios disponíveis mais próximos da ocorrência, independentemente de pertencerem ao INEM ou aos seus parceiros Bombeiros ou Cruz Vermelha Portuguesa.

Por sua vez, o Sistema Integrado de Emergência Médica funciona segundo uma lógica de complementaridade. Sempre que um meio de emergência não se encontra disponível, o INEM recorre a outros meios do sistema que permitam garantir uma resposta igualmente eficaz e de qualidade às necessidades assistenciais dos doentes.

No caso concreto das ambulâncias de emergência médica, e caso se verifique a sua inoperacionalidade momentânea, a resposta a situações de acidente ou doença súbita continuará a ser assegurada, de forma célere e eficiente, pelo SIEM, através de outros meios do instituto, designadamente viaturas médicas de emergência e reanimação, helicópteros de emergência médica, ambulâncias de suporte imediato de vida ou motociclos de emergência médica, e de meios dos Bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa, que, acionados pelo CODU, têm igualmente como missão a prestação de cuidados de emergência médica à população.

O INEM deixa assim a garantia de que os cidadãos podem confiar no Sistema Integrado de Emergência Médica, sistema este que o instituto coordena e que assegura uma resposta de qualidade com a colaboração fundamental dos Bombeiros e da Cruz Vermelha Portuguesa. «É, e será sempre preocupação fundamental do instituto assegurar que a resposta do SIEM é equitativa, uniforme e de qualidade para todos os cidadãos que se encontrem em território continental».

Visite:

INEM – http://www.inem.pt/

 

 

 

 

 

 

 

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