Mais acesso, atividade assistencial e recursos no SNS.

Em 2017 registou-se uma melhoria do acesso e do desempenho assistencial das entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), traduzida na realização de cerca de 31 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, no aumento de consultas nos cuidados de saúde hospitalares (+0,3%), na redução de 1,4% nos episódios de urgência, no aumento de doentes operados (+3,5%) e no cumprimento generalizado dos tempos de resposta (83,2% de consultas hospitalares muito prioritárias realizadas dentro do tempos máximos de resposta garantidos (3,1 meses de tempo médio dos operados e 74% dos episódios de urgência realizados dentro do tempo de triagem adequado, mais 2% que em 2016).

Durante o ano de 2017, o SNS realizou, por dia, cerca de 85.000 consultas nos cuidados de saúde primários e 33.500 consultas hospitalares e operou 1.600 doentes.

A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) apresenta esta segunda-feira, dia 18 de junho, aos dirigentes do Ministério da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde, os principais resultados alcançados em 2017 e nos primeiros meses de 2018 em matéria de gestão de acesso a cuidados de saúde e de recursos humanos.

imagem do post do ACSS reúne com dirigentes da Saúde

SNS com acréscimo de 447 médicos especialistas no ano passado

No final de 2017, o SNS tinha em funções 131.998 trabalhadores, o maior número de efetivos de que há registo, um aumento de 1.166 enfermeiros e 447 médicos, face ao ano anterior.

Em 2017 foram dados passos importantes no combate à precariedade laboral na Saúde, com a conversão em contratos sem termo de 2.347 de situações de emprego precário e a contratação de 1.700 trabalhadores em regime de contrato sem termo ou por tempo indeterminado.

Para saber mais, consulte:

Administração Central do Sistema de Saúde > Mais acesso, atividade assistencial e recursos no SNS

 

 

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